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Um diálogo em um grupo de whatsapp ganhou bastante participação dos empresários água-boenses tratando sobre a falta de mão-de-obra qualificada no município na terça-feira (30.11)

Vários afirmaram que não estão aparecendo candidatos para as vagas existentes. Um deles afirmou ter 20 vagas para trabalhador florestal, contratação imediata, além de 4 operadores de pá carregadeira.

Comerciantes deram exemplo de várias vagas para vendedores de lojas de roupa, calçados e papelarias. Outra empresa disse que precisa de mecânico, borracheiro, lavador e funileiro.

Uma pessoa sugeriu que a Associação Comercial divulgasse a nivel regional para tentar atrair trabalhadores interessados. Outros defenderam que a cidade precisa de cursos de qualificação para os locais.

"O problema é que os que estão sobrando, que não estão trabalhado, é porque não tem interesse. Me desculpem a sinceridade mas Água Boa não tem gente desempregada, tem gente que não quer trabalhar e não quer aprender!" - argumentou uma integrante do grupo.

Segundo dados do SINE em 2021, a média mensal de oferta de empregos permaneceu entre 150 e 200 vagas em aberto, mesmo com entrevistas e contratações existentes.

Para um empresário da educação, a maioria dos que procuram graduação e especializações são pessoas mais velhas querendo completar sua formação, sendo que os jovens parecem não querer se aperfeiçoar.

O diálogo se estendeu até o custo de vida na cidade e a capacidade de absorver essa mão-de-obra externa diante da pouca oferta de casas para alugar, preços elevados de aluguel em relação aos municípios vizinhos e outros gastos versus a renda trabalhista.

Apesar do debate, não há uma medida concreta para sanar a situação até o momento. Enquanto isso, resta observar o comportamento do mercado de trabalho nos próximos meses.

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