Reprodução Reprodução

O prefeito de Barra do Garças, Adilson Gonçalves, admitiu a possibilidade de que a empreiteira Resecom deve demolir 380 casas no Residencial Carvalho devido às condições de deterioração dos imóveis pelo tempo que a obra está atrasada desde 2012.
 
A obra que é federal parou várias devido a falta de recursos e até mesmo substituição de empreiteiras. Segundo Adilson a empresa pleiteia um realinhamento de preços para retomar a obra junto à Caixa Econômica Federal devido aumento do cimento.

São três módulos do Residencial Carvalho 1, 2 e 3 que pretende contemplar 1436 famílias inscritas no programa do governo federal Minha Casa Minha Vida em parceria com a Caixa Econômica Federal. A empresa Resecom busca esse realinhamento de preços para retomar a obra.

A demolição de 380 casas vai passar ainda por análise da Caixa Econômica Federal antes de registrar mais esse prejuízo.

A assessoria do prefeito Adilson Gonçalves divulgou uma nota técnica na quarta-feira (3/2) após repercussão da entrevista do gestor onde ele comenta a possibilidade da demolição de 300 a 380 casas do Residencial Carvalho de Barra do Garças-MT devido a deterioração de algumas construções pois essa obra está atrasada desde de 2012. Adilson explica que essa obra é do governo federal e que a decisão sobre demolição vai depender um laudo conclusivo da Caixa Econômica Federal que ainda não foi feito.

Acompanhe mais detalhes:

Em nota, a assessoria de Adilson explica que após repercussão tomada sobre a demolição de casas no Residencial Carvalho I, II e III, a Prefeitura esclarece que essa obra não é competência da administração municipal. Embora seja importante que haja um esforço coletivo para a conclusão e entrega dessa obra, ela segue sendo competência federal sob a gestão da Caixa Econômica Federal.

Conhecendo esses fatos, a Prefeitura ressalta que, existe uma equipe puramente técnica que está avaliando o quadro estrutural das casas do Residencial Carvalho, que estão há muitos anos sob efeitos intempéries da natureza, o que pode ter acarretado consequências na edificação estruturais de pelo menos 300 casas.

Todavia, não foi expedido um laudo conclusivo sobre essas construções, por isso, é importante aguardar os dados técnicos que também são de competência da Caixa Econômica Federal e da empresa contratada.

Destarte, a Prefeitura reafirma a vontade de unir forças para que o progresso e o acesso a moradia chegue a todos os cidadãos mais fragilizados de nosso município e assim possa reduzir as desigualdades e a ausência do Poder Público durante os últimos anos. Desse modo, concluímos reafirmando que a Prefeitura Municipal tem o compromisso de fazer uma gestão humanizada e coerente.