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Pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do campus Araguaia, desenvolveram um curativo para queimaduras à base de borracha natural, babosa e própolis. O projeto está em fase experimental, mas pode melhorar e diminuir os custos do tratamento.

As queimaduras que precisam de acompanhamento médico possuem uma extensão e profundidade considerável, o que pode ocasionar infecções.

O tratamento desses ferimentos deve incluir três funções: controlar o crescimento bacteriano, remover o tecido necrosado e estimular o crescimento do novo tecido.

O curativo contribui para diminuir a frequência na troca de curativos do paciente.

A babosa é um fitoterápico com ação anti-inflamatórias, imunomoduladoras, que favorece o crescimento de vasos sanguíneos e restauração da pele. Já o própolis tem capacidade antioxidante, anti-inflamatória, analgésica, antibacteriana e antifúngica.

No processo de cicatrização, ela aumenta a proliferação, ativação e crescimento das células da pele e estimular a expressão de colágeno.

O projeto está em fase experimental já que é preciso de estudos para determinar a eficácia e segurança, antes da aplicação clínica em humanos.

A pesquisa recebe financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).